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45 do Primeiro Tempo

45 do Primeiro Tempo

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Oct 2026

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PT

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Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal com pessoas que se reinventaram, que foram em busca de mais propósito e que tem muito a nos ensinar.

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October 9, 20261 hr 9 min

Caroline de Moraes - “Existe uma fronteira delicada entre sofrimento psíquico e despertar”

Caroline de Moraes está certa de que algumas crises não chegam para nos definir, mas para revelar quem podemos nos tornar. Certa de que existe uma fronteira delicada entre sofrimento psíquico, transformação interior e aquilo que muitas vezes chamamos de espiritualidade, ela decidiu falar sobre uma experiência que, durante muito tempo, não teve nome, linguagem ou compreensão. Uma experiência que mudou sua relação com a fé, com a identidade e com a própria consciência. Foram anos tentando entender o que estava acontecendo. Estados de consciência que fugiam do que ela conhecia, experiências intensas, questionamentos profundos e a sensação de que alguma coisa dentro dela estava mudando — sem saber exatamente como nomear aquilo. O que poderia ter ficado apenas como uma história difícil acabou se transformando em propósito. Ela passou a estudar a relação entre saúde mental e espiritualidade, acompanhar pessoas que vivem experiências semelhantes e criar espaços para falar sobre aquilo que muitas vezes é tratado simplesmente como doença. Há mais de uma década, ela trabalha no Canadá com saúde mental e educação. À frente da Ilumina Mental Health e do Spiritual Emergence Network Brasil, desenvolve atendimentos, formações e projetos educativos que investigam justamente essa fronteira delicada entre saúde mental e espiritualidade. Em 2023, ela esteve aqui no "45 do Primeiro Tempo". Foi naquela conversa que falou, pela primeira vez publicamente, sobre a própria experiência de emergência espiritual. Agora, três anos depois, volta para contar o que aconteceu de lá para cá — e para apresentar um livro que nasceu justamente dessa travessia. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

October 2, 20261 hr 12 min

Carlos Aragão - “Precisamos sacralizar o cotidiano”

Carlos Henrique de Aragão Neto está certo de que uma vida bem vivida não se constrói apenas nos grandes acontecimentos, mas principalmente na maneira como habitamos os nossos dias comuns. Talvez por isso ele tenha escolhido dedicar sua vida profissional justamente a momentos em que as certezas desaparecem: o luto, a perda, o sofrimento, o vazio existencial e a experiência de quem, em algum momento, já não encontra sentido para continuar. Sua própria trajetória também é marcada por uma mudança profunda. Depois de quase 20 anos no mundo corporativo, como executivo da Coca-Cola e empresário franqueado do McDonald’s, decidiu, aos 37 anos, entrar para a Psicologia. Hoje, é psicólogo e psicoterapeuta, mestre em Antropologia pela UFPI, doutor em Psicologia Clínica e Cultura pela UnB, professor e palestrante. Atua especialmente com luto, comportamento suicida e autolesão sem intenção suicida e participa de projetos e expedições humanitárias no Brasil e no exterior. É também criador da Pastoral da Saúde Mental, do projeto Tarefas Existenciais e do InnerTrip — uma proposta de levar pessoas a lugares especiais para viver experiências que possam provocar reconexão, reflexão e transformação. Uma trajetória que começou no mundo dos negócios e acabou levando-o para um território muito mais difícil e profundo: o território da existência humana. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Carlos Aragão contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Precisamos sacralizar o cotidiano”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

September 25, 20261 hr 7 min

Rodrigo Leão: “O que existe depois do sucesso?”

Rodrigo Leão está certo de que, por mais que a gente acumule experiências, conquistas e resultados, chega uma hora em que a vida começa a fazer perguntas que o currículo não consegue responder. Porque talvez o maior desafio não seja construir uma carreira de sucesso, mas entender quem estamos nos tornando enquanto fazemos isso. Certo de que negócios são feitos por pessoas, ele construiu uma trajetória de mais de três décadas no mundo corporativo, passando por marketing, vendas, tecnologia, inovação e liderança de grandes equipes. Empreendeu, criou produtos, participou de processos de crescimento e chegou a viver de perto o momento em que uma empresa abre seu capital. Uma trajetória marcada por desafios, decisões e resultados. Mas, talvez, o mais interessante esteja no que veio depois: o movimento de ampliar esse olhar para aquilo que muitas vezes fica escondido por trás dos negócios — as pessoas, as relações, os padrões que se repetem e a dimensão humana de tudo isso. Sem abandonar nada do que construiu, foi atravessando mudanças — algumas profundas, no nível pessoal — que, de algum modo, ampliaram seu olhar. Para a vida, para si mesmo e para dimensões da existência que talvez antes não estivessem tão visíveis. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Rodrigo Leão contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e provocou: “O que existe depois do sucesso?”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

September 18, 20261 hr 14 min

Bernardo Hiragami: “A experiência não está apenas no que vivemos, mas naquilo que aprendemos a enxergar”

Bernardo Hiragami defende uma ideia simples, mas poderosa: “Não é o cenário que precisa mudar. Muitas vezes somos nós que precisamos aprender a enxergar de outro jeito.” Talvez por isso ele fale tanto sobre experimentar, questionar os modelos que seguimos no automático e encontrar novas possibilidades para problemas antigos. Porque inovar nem sempre significa criar alguma coisa que nunca existiu. Às vezes, significa simplesmente conseguir olhar para aquilo que já existe com outros olhos. Foi assim que ele transitou por diferentes empresas e negócios, como empreendedor, consultor, mentor, investidor e conselheiro. Sempre diante de pessoas tentando descobrir como fazer diferente, como sair de uma crise ou como transformar uma ideia em alguma coisa real. E talvez seja aí que sua história fique mais interessante: na fronteira entre negócios e vida, entre estratégia e propósito, entre aquilo que sabemos e aquilo que ainda precisamos descobrir. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o empreendedor, mentor, investidor e conselheiro de negócios, alguém que fez da experiência — inclusive dos erros e fracassos — uma maneira particular de enxergar pessoas, empresas e possibilidades, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórico: “A experiência não está apenas no que vivemos, mas naquilo que aprendemos a enxergar”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

September 11, 20261 hr 2 min

Clarissa Medeiros - “A fronteira final é sempre você mesmo”

Clarissa Medeiros não tem dúvida em afirmar que não adianta mudar o cenário se a gente continua reagindo à vida do mesmo jeito. Porque é possível largar o emprego, mudar de cidade, começar tudo de novo e, seis meses depois, descobrir que a inquietação continua ali. Só mudou o endereço. Certa de que existe um espaço entre aquilo que acontece e a maneira como respondemos, ela passou a investigar justamente esse lugar. O espaço entre o impulso e a escolha. Entre o automático e a consciência. Entre sobreviver e, de fato, viver. Foi assim que sua trajetória profissional, construída ao longo de 25 anos entre grandes empresas, liderança, comunicação e desenvolvimento humano, foi ganhando uma nova dimensão: a busca por uma forma de desempenho que não cobre da gente a própria saúde para existir. Empresária, mentora, palestrante, pesquisadora da consciência e praticante de meditação há 30 anos, ela hoje trabalha com liderança consciente, inteligência emocional, saúde mental e desenvolvimento de pessoas. Fundadora da Clarity Global e pioneira no desenvolvimento de lideranças femininas, já conduziu centenas de palestras e grupos de mentoria e impactou milhares de profissionais. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Clarissa Medeiros contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “A fronteira final é sempre você mesmo”. Garanta sua cortesia para o evento! As 5 primeiras pessoas que enviarem um e-mail garantem a cortesia. Acesse: cortesia@insearchtalks.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

September 4, 202657 min

Sandra Turchi: “A gente passa a vida aprendendo a lidar com aquilo que não controla”

Sandra Turchi está certa de uma coisa: por mais que a tecnologia mude, no fim das contas, ainda estamos falando de pessoas. Certa de que nenhuma transformação acontece de verdade apenas porque uma nova ferramenta apareceu, ela dedicou boa parte da vida a observar como as pessoas mudam, como os negócios mudam e como nós mesmos precisamos mudar quando o mundo ao nosso redor já não é mais o mesmo. E talvez seja justamente essa a parte mais interessante da sua história. Ela começou sua carreira quando o mundo era analógico, viu nascer a internet, acompanhou a transformação do consumidor, ajudou empresas a entrar no comércio eletrônico, atravessou a revolução das redes sociais e agora está diante de uma nova mudança de proporções enormes: a inteligência artificial. Mas existe uma pergunta que atravessa tudo isso: o que muda em nós quando o mundo muda tão rapidamente? Ela tem algumas respostas. E muitas outras perguntas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora, palestrante, empreendedora, autora e uma das pioneiras do marketing digital no Brasil contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “A gente passa a vida aprendendo a lidar com aquilo que não controla”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

August 28, 20261 hr 11 min

Luciano Pires: “Pensar dá trabalho. Por isso tanta gente terceiriza”

Luciano Pires parece ter escolhido uma tarefa ingrata — e cada vez mais necessária: fazer as pessoas pensarem antes de concordar. E talvez seja justamente por isso que ele tenha feito da provocação uma espécie de método. Ele pergunta, cutuca, ironiza, contraria o senso comum e, muitas vezes, nos coloca diante de uma ideia que preferíamos não examinar. Não necessariamente para nos convencer de outra coisa, mas para nos obrigar a sair do automático. Talvez por isso Luciano tenha passado boa parte da vida provocando. Com humor, inteligência e uma certa dose de inconformismo, ele gosta de mexer justamente naquele lugar em que normalmente preferimos ficar confortáveis: nossas certezas. E essa inquietação não ficou apenas nas ideias. Ela aparece nas escolhas que fez ao longo da vida. Passou pelo jornalismo, pela publicidade e por quase duas décadas no mundo corporativo, chegou à direção de marketing de uma multinacional e, depois, decidiu mudar de rota. Em outro momento, levou essa mesma disposição para uma experiência bem mais literal de sair do lugar conhecido: em 2001, caminhou até o campo-base do Everest, no Nepal, uma experiência que acabou se transformando em livro. Virou escritor, cartunista premiado, palestrante e comunicador. Criou o Café Brasil e o LíderCast e, há anos, usa esses espaços para falar de comportamento, ética, inovação, negócios, filosofia e, principalmente, das escolhas que fazemos enquanto atravessamos esse mundo. Um sujeito que parece ter entendido que provocar não é necessariamente convencer alguém de alguma coisa. Às vezes, provocar é simplesmente fazer uma boa pergunta e deixar que ela continue trabalhando dentro da cabeça da pessoa. Nesse papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Luciano Pires contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Pensar dá trabalho. Por isso, tanta gente terceiriza.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

August 21, 202654 min

Suzi Mariah: “A vida tem dimensões que ainda não aprendemos a perceber”

uzi Mariah costuma dizer que o invisível não é necessariamente aquilo que não existe — pode ser apenas aquilo que ainda não aprendemos a perceber. Talvez por isso sua própria história seja marcada por uma espécie de travessia entre dois mundos. Desde a infância, ela convive com experiências que não encontravam lugar fácil no universo em que escolheu construir sua vida profissional. Durante mais de quatro décadas, esteve no mundo corporativo, entre metas, resultados, estratégias e decisões, enquanto mantinha em silêncio uma dimensão da própria existência que, naquele ambiente, poderia ser facilmente julgada ou incompreendida. Até que chegou um momento em que já não era possível continuar separando essas duas partes de si. Ela deixou a carreira executiva e passou a dedicar-se profundamente ao estudo da espiritualidade, da mediunidade e da consciência. Viajou por lugares sagrados, estudou diferentes tradições, investigou experiências e buscou compreender, com o olhar de quem também conhecia profundamente o mundo racional, aquilo que durante tanto tempo havia permanecido no território do inexplicável. Uma trajetória que reúne espiritualidade, filosofia, teologia, mediunidade e uma longa experiência no universo corporativo. Uma mulher que transformou uma experiência que poderia ter sido apenas um segredo pessoal em uma busca de conhecimento e em um trabalho de comunicação. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a médium, filósofa independente, numeróloga, escritora e comunicadora, criadora do conceito de Universalismo do Brasil e à frente do projeto Médium Talks, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “A vida tem dimensões que ainda não aprendemos a perceber”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

August 14, 20261 hr 9 min

Cecilia Toledo Leite - “Existe uma lógica por trás do que parece não ter explicação”

Cecília Toledo Leite não tem dúvida em afirmar que existe uma relação profunda entre o que acontece dentro de nós, o nosso corpo e os símbolos que nos acompanham ao longo da vida. Certa de que o ser humano não pode ser compreendido por uma única linguagem, ela construiu uma trajetória pouco convencional. Primeiro, a Engenharia Civil, formada pela Escola Politécnica de São Paulo. Depois, uma longa investigação por outros caminhos: naturopatia, terapias corporais, Hatha Yoga, fitoterapia, radiestesia e diferentes ferramentas de autoconhecimento. Foi nessa busca que a astrologia ganhou cada vez mais espaço. Vieram formações completas, especialização em Astrologia Psicológica e, principalmente, uma investigação que continua até hoje: o que existe por trás das relações entre os ciclos celestes, a psique, o corpo e a natureza? Porque, para ela, talvez a astrologia não seja apenas uma forma de interpretar o céu. Ela pode ser também uma linguagem para observar a vida. E é aí que essa história fica especialmente interessante. O que um engenheiro procura quando olha para um sistema? Relações, padrões, estruturas, movimentos, forças que atuam umas sobre as outras. Talvez a mudança de caminho dessa minha convidada não tenha sido, afinal, uma mudança tão radical assim. Ela apenas passou a investigar sistemas que não cabem mais apenas naquilo que podemos medir. Ao longo dessa trajetória, foi se aprofundando uma pergunta que parece atravessar seu trabalho: até que ponto aquilo que acontece no corpo também expressa algo que está acontecendo dentro de nós? E até que ponto os símbolos que encontramos — nos ciclos da natureza, no céu, nas nossas histórias e experiências — podem nos ajudar a compreender aquilo que ainda não conseguimos nomear? Hoje, ela dedica-se justamente a investigar essas conexões — entre símbolo e realidade, entre corpo e consciência, entre aquilo que podemos conhecer e aquilo que ainda permanece como mistério. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Cecília Toledo Leite contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “Existe uma lógica por trás do que parece não ter explicação”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

July 31, 20261 hr 16 min

Dalila Zotti: “O que você veio expressar nesta vida?”

Dalila Zotti costuma dizer que o corpo sabe. Que existe uma inteligência silenciosa, inscrita na memória das nossas células, capaz de revelar aquilo que a razão, sozinha, nem sempre consegue compreender. Talvez por isso ela tenha dedicado grande parte da sua vida a investigar uma pergunta que parece cada vez mais urgente: como despertar um ser humano que aprendeu a pensar tanto, mas a sentir tão pouco? Sua resposta passa pelo corpo, pelos vínculos, pela música, pelo movimento e pela experiência do encontro. Porque, para ela, viver plenamente não é apenas compreender a vida, mas permitir-se senti-la. Facilitadora de Biodanza desde 1998, diretora da Escola de Biodanza de Florianópolis e integrante da Comissão Metodológica da International Biodanza Federation, ela é hoje uma das principais referências brasileiras nessa abordagem, que propõe a integração entre corpo, emoção e consciência como caminho para o desenvolvimento humano. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Dalila Zotti contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “O que você veio expressar nesta vida?” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

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